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Anestesia eletrônica: conheça a opção para pacientes com fobia

Anestesia eletrônica: conheça a opção para pacientes com fobia

Encontrar formas de lidar com pacientes odontofóbicos é um diferencial que todo cirurgião-dentista precisa desenvolver. Além de uma comunicação impecável, há ferramentas que podem auxiliar a realizar procedimentos de forma mais confortável, como a anestesia eletrônica.

A técnica promete reduzir a sensação de dor gerada pelo processo. Vale a pena entender melhor esse aparelho e como ele pode ser um grande aliado na hora de lidar com pacientes que já tiveram experiências traumáticas e apresentam ansiedade, medo e nervosismo, que podem atrapalhar o atendimento.

Quer conhecer mais sobre essa alternativa à anestesia convencional? Continue na leitura!

Anestesia convencional e dor: qual a relação entre elas?

De acordo com o artigo “Seringa anestésica e os dispositivos eletrônicos para injeção do anestésico local em odontologia”, um dos maiores receios de pacientes que visitam os consultórios odontológicos é o momento de receber a injeção sedativa.

O momento da anestesia, que já carrega essa percepção negativa, é acompanhado pela ansiedade, que faz com que a sensação de dor seja ainda maior, já que as injeções são dolorosas.

O artigo explica que um dos motivos que realça a dor é a própria anatomia. Por exemplo, ao usar a anestesia palatina, a aplicação é feita em uma região de tecidos densos e resistentes, o que faz com que seja necessário fazer mais pressão para injetar a solução e, consequentemente, a experiência é de mais dor.

Além disso, quando o líquido anestésico forma uma bolsa que promove o deslocamento do periósteo, gera dor, já que a disposição é mais rápida do que o tecido ósseo pode absorver.

Qual a diferença entre anestesia eletrônica e métodos tradicionais?

Aplicar uma anestesia manualmente pode ser bastante desafiador para o cirurgião-dentista, já que exige uma série de habilidades, como introduzir delicadamente a agulha, ter controle da mão e da força para injetar lentamente o líquido e manter um fluxo constante e, claro, conseguir adaptar tudo isso a diferentes locais, sobretudo onde os tecidos são rígidos.

Equilibrar tudo isso não é nada fácil, sem falar que uma anestesia aplicada de forma errada pode gerar efeitos colaterais, como a parestesia oral.

Em contraste a tudo isso, a anestesia eletrônica é uma tecnologia que busca agradar pacientes mas também cirurgiões-dentistas, já que é mais precisa e, por conta própria, controla o fluxo do líquido e a força necessária de acordo com a região.

Seringa de anestesia em mão de dentista

Entre os tipos de anestesia, a eletrônica é uma opção mais confortável à tradicional.

Outra diferença entre os métodos é que a agulha utilizada na anestesia eletrônica é menor e mais fina, o que auxilia não só a lidar com o psicológico de pacientes que têm fobia a agulhas, como também diminui a dor.

Vantagens da anestesia eletrônica

Até agora já vimos algumas vantagens, como a facilidade de manuseio para o cirurgião-dentista e o conforto para os pacientes. Mas, além desses dois pontos, ela traz outros benefícios:

  • Procedimento personalizado;
  • Evita a sensação de dormência na boca;
  • Oferece mais segurança graças à aplicação lenta, que permite verificar com antecedência a reação à anestesia;
  • Diferencial em relação à concorrência;
  • Efetividade melhor;
  • Redução do uso de anestésico;
  • Anestesia sem dor.

Como funciona o aparelho?

Para aplicar a anestesia eletrônica, você precisa dos materiais corretos. A começar, a peça principal é o injetor computadorizado, que nada mais é do que o aparelho no qual você irá fazer todas as configurações para personalizar a injeção de acordo com a necessidade do procedimento.

Em geral, o aparelho já vem com funções preestabelecidas, que são:

  • Técnica anestésica subperióstea avançada
  • Técnica anestésica subperióstea avançada pediátrica
  • Infiltrativa
  • Palatina
  • Intraligamentar
  • Mandíbula
  • Crista alveolar – zona óssea esponjosa pré-molar
  • Crista alveolar – zona óssea esponjosa molar
  • Crista alveolar – zona óssea esponjosa pediátrica

Além do injetor, tem o pedal, para você controlar a anestesia, e a caneta, onde serão colocados os tubetes anestésicos, que podem ser os mesmos produtos utilizados nos métodos convencionais.

Vale a pena usar essa tecnologia?

Afinal, investir na anestesia eletrônica dental é um bom negócio? A resposta é clara: sim. Como vimos ao longo do texto, ela não oferece apenas conforto para pacientes, como também segurança, praticidade e tranquilidade.

Apostar em tecnologias para o consultório odontológico é sempre uma boa ideia, já que essa é uma forma de deixar o seu trabalho cada vez mais ágil, assim como agregar valor aos procedimentos.

É importante ressaltar que o uso desse aparelho requer paciência, pois ele demora um pouco mais tempo a injetar do que manualmente. Entretanto, esse é apenas um ponto comparado a tantos outros benefícios.

Quanto custa o injetor de anestesia eletrônica odontológica?

O mercado oferece opções interessantes de injetores e, portanto, você pode contar com diferentes marcas. Por isso, pode ser que encontre algumas distinções de valores, considerando a fabricante.

Os valores podem chegar a R$ 9 mil. É um investimento que, apesar de ser um pouco alto, irá compensar em diversos pontos, como segurança, exatidão, diferencial para os pacientes e, dessa forma, pode até mesmo valer indicações orgânicas por parte dos seus clientes.

Então, o que achou da anestesia eletrônica? Essa é uma ferramenta que vale a pena conhecer e inserir dentro do consultório. Se você gosta de dicas com esta, escreva-se em nossa newsletter para receber novidades e conteúdos exclusivos para dentistas.

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