Síndrome da Boca Ardente: sintomas, causas e tratamento!

Close-up de língua em consultório odontológico

A queixa de ardência bucal persistente, sem a presença de lesões clínicas visíveis, representa um desafio diagnóstico na prática odontológica. Pacientes frequentemente relatam sensação de queimação na língua, alterações no paladar e xerostomia subjetiva. Esses sinais podem indicar Síndrome da Boca Ardente, que impacta a qualidade de vida.

A ausência de alterações clínicas evidentes dificulta a identificação da causa. Por isso, é essencial uma abordagem criteriosa, que considere fatores locais, sistêmicos e psicogênicos. O diagnóstico correto é fundamental para evitar tratamentos inadequados.

O manejo da SBA exige conhecimento técnico e atualização constante por parte do cirurgião-dentista. Este conteúdo aborda o conceito da síndrome, suas possíveis etiologias e manifestações clínicas. Também explora estratégias de diagnóstico diferencial e abordagens terapêuticas para o controle dos sintomas. Confira!

O que é síndrome da boca ardente?

A Síndrome da Boca Ardente (SBA) é uma condição crônica, de origem geralmente idiopática, caracterizada por sensação persistente de queimação na mucosa oral, sem alterações clínicas visíveis. A dor pode atingir língua, lábios, gengiva, palato e mucosa jugal, de forma isolada ou combinada.

Do ponto de vista epidemiológico, a SBA é mais comum em mulheres, especialmente no período peri e pós-menopausa. Essa prevalência sugere relação com alterações hormonais. A manifestação pode ser súbita ou gradual, com intensidade variável.

Um padrão frequente é a piora dos sintomas ao longo do dia. A dor tende a se intensificar no final da tarde e à noite, interferindo em funções como alimentação, fala e distúrbios do sono. Isso impacta diretamente a qualidade de vida do paciente.

Mesmo sem lesões visíveis, o desconforto é significativo e não deve ser subestimado. O diagnóstico é feito por exclusão, após investigação de outras condições. Entre elas estão infecções, deficiências nutricionais, alergias e distúrbios sistêmicos.

Tipos de Síndrome da Boca Ardente

A classificação da SBA com base no padrão diário dos sintomas auxilia no direcionamento clínico. Embora não seja absoluta, essa divisão contribui para a investigação e definição do tratamento. Três padrões principais são descritos na literatura.

O tipo 1 é o mais comum e apresenta ausência de sintomas ao despertar. A dor surge ao longo do dia e aumenta progressivamente, atingindo maior intensidade no final da tarde. Esse padrão costuma estar associado a causas sistêmicas.

O tipo 2 caracteriza-se por dor contínua desde o momento em que o paciente acorda. O desconforto persiste ao longo do dia, com possíveis variações de intensidade. Há forte associação com fatores psicológicos, como ansiedade e estresse.

O tipo 3 apresenta sintomas intermitentes, sem um padrão diário definido. O paciente pode ter períodos assintomáticos e episódios de dor em locais variados. Esse tipo está frequentemente relacionado a fatores desencadeantes específicos.

Comparação entre os tipos de SBA

É importante destacar que essa classificação é flexível e pode variar entre os pacientes. Um mesmo indivíduo pode apresentar características de mais de um tipo. Além disso, o padrão dos sintomas pode se modificar ao longo do tempo.

TipoPadrão de dorCaracterísticas principaisAssociação mais comum
Tipo 1Ausente pela manhã, piora ao longo do diaDor progressiva, alívio com alimentaçãoCausas sistêmicas
Tipo 2ContínuaDor constante, impacto maior na rotinaFatores psicológicos
Tipo 3IntermitenteSintomas irregulares e em locais variadosAlergias e gatilhos específicos

Quais são os sintomas da Síndrome da Boca Ardente?

A SBA apresenta um conjunto de sintomas sensoriais complexos, que podem variar em intensidade, frequência e localização ao longo do tempo. A ardência é o sinal mais característico, mas raramente aparece de forma isolada. A combinação de manifestações costuma impactar funções básicas e a qualidade de vida.

1. Sensação de queimação na mucosa oral

A sensação de queimação é descrita como um calor intenso ou escaldamento contínuo. Pode ser localizada, principalmente na ponta e bordas da língua, ou difusa, envolvendo toda a cavidade oral. Em muitos casos, o paciente tem dificuldade em apontar exatamente a origem da dor.

Essa ardência pode variar de um leve incômodo a um desconforto incapacitante. Um aspecto importante é o caráter persistente, mesmo sem estímulos aparentes. A ausência de lesões visíveis muitas vezes gera frustração no paciente.

2. Alterações no paladar (disgeusia)

Prato cinza com limão, sal e utensílios de mesa

A disgeusia é um sintoma frequente e pode se manifestar de diferentes formas. O gosto metálico é o mais comum, mas sabores amargos, salgados ou desagradáveis também são relatados. Essa alteração pode estar presente de forma contínua ou surgir ao longo do dia.

Além de causar desconforto, a disgeusia interfere na percepção dos alimentos. Isso pode levar à perda de interesse pela alimentação. Em casos mais intensos, há risco de desequilíbrio nutricional.

3. Sensação de boca seca (xerostomia)

Mulher bebendo água em copo transparente

A sensação de boca seca ocorre mesmo quando a produção salivar está preservada. Esse fenômeno é chamado de xerostomia subjetiva e está relacionado à percepção alterada da umidade oral. O paciente sente necessidade constante de umedecer a boca.

Essa condição pode gerar dificuldade para falar e engolir. Também favorece desconforto ao longo do dia. A hidratação frequente torna-se uma estratégia comum de alívio.

4. Parestesia oral

A parestesia envolve sensações como formigamento, dormência, picadas ou coceira. Esses sintomas podem surgir isoladamente ou associados à ardência. Geralmente indicam alteração na condução dos estímulos nervosos.

A intensidade pode variar e, em alguns casos, ser intermitente. Essa instabilidade contribui para a imprevisibilidade do quadro. O desconforto pode ser difícil de descrever pelo paciente.

5. Variação dos sintomas ao longo do dia

Um padrão clássico da SBA é a variação dos sintomas ao longo do dia. Muitos pacientes relatam ausência ou leve desconforto ao acordar. A intensidade aumenta progressivamente com o passar das horas.

No período da tarde e noite, os sintomas costumam atingir o pico. Esse comportamento pode estar relacionado à fadiga neural ou estímulos acumulados. A oscilação interfere diretamente na rotina.

6. Impacto nas funções diárias

Os sintomas afetam funções essenciais como mastigação, fala e sono. A dor pode levar à evitação de alimentos mais irritantes, alterando hábitos alimentares. Isso pode comprometer a nutrição e o prazer ao comer.

Além disso, há impacto emocional e social significativo. O desconforto constante pode gerar ansiedade e isolamento. A SBA, portanto, ultrapassa o aspecto físico e afeta o bem-estar global.

Como fazer o diagnóstico da Síndrome da Boca Ardente?

O diagnóstico da SBA é feito por exclusão, o que torna o processo clínico mais complexo. Não existe um exame específico ou biomarcador capaz de confirmar a condição. Por isso, o cirurgião-dentista precisa investigar outras possíveis causas de dor e ardência oral.

Essa avaliação deve incluir anamnese, exame clínico minucioso e análise dos sintomas relatados. Em alguns casos, exames complementares são necessários para descartar infecções, deficiências nutricionais, alergias, alterações hormonais ou doenças sistêmicas. O objetivo é chegar a um diagnóstico mais seguro e direcionar o tratamento adequado.

Histórico médico e anamnese

A anamnese é a principal ferramenta no diagnóstico da SBA. O profissional deve investigar localização, intensidade, duração e padrão dos sintomas. Também é essencial analisar o histórico médico completo do paciente.

Condições como diabetes, distúrbios da tireoide e doenças autoimunes devem ser consideradas. A revisão de medicamentos é indispensável, pois muitos podem causar xerostomia ou disgeusia. Hábitos, dieta e produtos de higiene também devem ser avaliados.

O histórico odontológico complementa essa análise. Uso de próteses e procedimentos recentes podem influenciar os sintomas. Esses dados ajudam a identificar possíveis fatores desencadeantes ou agravantes.

Exame físico intraoral

O exame clínico deve ser detalhado e sistemático. O objetivo é identificar alterações que possam justificar a ardência, como inflamações ou lesões. A mucosa oral deve ser avaliada em toda sua extensão.

Também é importante observar a qualidade e a quantidade de saliva. Sinais de secura, saliva espessa ou alterações na língua podem indicar causas secundárias. Próteses devem ser avaliadas quanto à adaptação e possíveis irritações.

A palpação das glândulas salivares e a análise de hábitos parafuncionais completam o exame. Bruxismo e apertamento podem contribuir para o desconforto. Na SBA primária, não há alterações clínicas visíveis, o que reforça o diagnóstico por exclusão.

Exclusão de outras condições

Após a anamnese e o exame físico, inicia-se o diagnóstico diferencial. Essa etapa busca descartar outras condições que podem apresentar sintomas semelhantes à SBA. Trata-se de um processo essencial para garantir precisão clínica.

Entre as principais causas a serem excluídas estão infecções bucais, como a candidíase. Reações alérgicas a materiais dentários, produtos de higiene ou alimentos também devem ser consideradas. Deficiências nutricionais, especialmente de vitaminas do complexo B, ferro e zinco, são fatores relevantes.

Condições sistêmicas como diabetes, distúrbios da tireoide e doenças autoimunes também fazem parte da investigação. O refluxo gastroesofágico e a xerostomia medicamentosa podem contribuir para os sintomas. Em alguns casos, exames laboratoriais ou encaminhamento a especialistas são necessários.

Avaliação do nível de dor

A avaliação da dor é fundamental no diagnóstico e acompanhamento da SBA. Embora subjetiva, ela pode ser mensurada com escalas padronizadas. Ferramentas como a Escala Visual Analógica auxiliam nesse registro.

Essa mensuração permite acompanhar a evolução dos sintomas ao longo do tempo. Também ajuda a avaliar a resposta às estratégias terapêuticas adotadas. O registro contínuo contribui para decisões clínicas mais precisas.

Além da intensidade, é importante considerar a frequência e o impacto da dor. O desconforto pode interferir na alimentação, sono e interação social. Essa análise amplia a compreensão do quadro clínico do paciente.

Exames complementares

Para confirmar o diagnóstico de exclusão, a solicitação de exames complementares é frequentemente necessária. A escolha deve ser orientada pelos achados clínicos e pela anamnese detalhada. Esses exames ajudam a descartar causas locais e sistêmicas.

Entre os mais comuns estão os exames laboratoriais. Hemograma, ferritina, ferro, vitamina B12, ácido fólico e zinco avaliam deficiências nutricionais. Glicemia e função tireoidiana auxiliam na investigação de doenças sistêmicas.

A sialometria pode ser utilizada para medir o fluxo salivar. Exames microbiológicos ajudam na detecção de infecções, como candidíase. Testes alérgicos e, em casos específicos, biópsias também podem ser indicados.

Somente após a exclusão dessas condições é possível estabelecer o diagnóstico de SBA. Esse processo garante maior segurança clínica. A confirmação depende de uma investigação completa e criteriosa.

Impacto psicossocial da síndrome

A SBA não se limita ao desconforto físico, afetando também a saúde emocional. A dor persistente e sem causa aparente pode gerar ansiedade e frustração. Muitos pacientes enfrentam dificuldade em obter um diagnóstico claro.

O impacto se estende às atividades diárias. Alimentação, fala e sono podem ser prejudicados pelo desconforto constante. Isso interfere diretamente na qualidade de vida e no bem-estar geral.

Do ponto de vista social, pode haver isolamento. Pacientes evitam interações ou situações que intensifiquem os sintomas. A falta de compreensão sobre a condição pode agravar o sofrimento emocional.

Além disso, há impacto financeiro e psicológico ao longo da jornada diagnóstica. Múltiplas consultas e exames geram desgaste significativo. Por isso, a abordagem deve ser empática e centrada no paciente.

O que causa a Síndrome da Boca Ardente?

A etiologia da SBA é multifatorial e, em muitos casos, não é possível identificar uma causa única. A condição pode ser classificada como primária, quando não há causa definida, ou secundária, quando está associada a outros fatores. As origens costumam ser divididas em causas locais, sistêmicas e emocionais.

Causas locais na cavidade oral

Fatores presentes na cavidade oral podem desencadear ou agravar os sintomas. Próteses mal adaptadas, higiene inadequada e reações a materiais dentários são exemplos comuns. Hábitos como bruxismo e pressão da língua também geram microtraumas.

Reações de hipersensibilidade a dentifrícios, enxaguantes bucais e alimentos devem ser consideradas. Esses agentes podem irritar a mucosa oral. A identificação desses fatores é essencial para o controle dos sintomas.

Causas sistêmicas associadas

Diversas condições sistêmicas estão relacionadas à SBA secundária. Alterações hormonais, como na menopausa, têm forte correlação com o quadro. Deficiências nutricionais, especialmente de vitaminas do complexo B, ferro e zinco, também são relevantes.

Doenças como diabetes, hipotireoidismo e Síndrome de Sjögren podem estar envolvidas. Além disso, há evidências de disfunções neurológicas associadas. A hipótese de neuropatia de pequenas fibras é amplamente discutida.

Fatores emocionais e psicogênicos

Aspectos emocionais têm papel importante na SBA. Transtornos como ansiedade, depressão e estresse estão frequentemente associados. Esses fatores podem atuar como gatilhos ou agravantes dos sintomas.

Eventos de vida marcantes também podem influenciar o início do quadro. A relação entre mente e percepção da dor é significativa. Isso pode intensificar a sensação de ardência mesmo sem causa aparente.

Causas idiopáticas ou primárias

Quando nenhuma causa é identificada após investigação completa, o quadro é classificado como SBA primária. Nesses casos, a origem permanece indefinida. A principal hipótese envolve disfunções no sistema nervoso.

Essa condição pode estar relacionada a alterações na percepção da dor. Mesmo sem estímulo nocivo, o paciente sente ardência. O manejo é voltado ao controle dos sintomas e acompanhamento contínuo.

Fatores de risco

Diversos fatores demográficos e clínicos estão associados ao maior risco de desenvolvimento da SBA. O reconhecimento desses elementos contribui para um diagnóstico mais precoce. Também auxilia na condução de uma investigação mais direcionada.

O sexo feminino apresenta maior prevalência, especialmente no período pós-menopausa. A condição pode ser de três a sete vezes mais comum em mulheres. A idade avançada também é um fator relevante, com maior incidência após os 50 anos.

Comorbidades psicológicas, como ansiedade, depressão e estresse crônico, estão frequentemente associadas. O uso de próteses dentárias mal adaptadas ou, em alguns casos, alterações relacionadas a implantes dentários, também pode contribuir. Esses fatores atuam tanto como desencadeantes quanto como agravantes.

Condições médicas como diabetes, distúrbios da tireoide e doenças autoimunes aumentam o risco. O uso de múltiplos medicamentos, especialmente os que causam xerostomia, também é relevante. Além disso, hábitos alimentares com alimentos ácidos, picantes ou muito quentes podem irritar a mucosa.

Quem pode ter SBA?

Embora exista um perfil de maior risco, a SBA pode acometer qualquer indivíduo. A condição não se restringe a mulheres na menopausa, podendo ocorrer em homens e adultos jovens. A manifestação depende da interação de diversos fatores.

A SBA secundária pode surgir em qualquer pessoa. Ela está frequentemente associada a doenças sistêmicas, deficiências nutricionais ou uso de medicamentos. Por isso, a avaliação individual é essencial.

A etiologia multifatorial envolve aspectos genéticos, locais, sistêmicos e emocionais. Essa combinação determina a suscetibilidade de cada paciente. Isso explica a variação na apresentação clínica.

Abordagem clínica e tratamento da SBA

O tratamento da SBA é voltado para o controle dos sintomas e melhora da qualidade de vida. Não há cura definitiva para a forma primária. Por isso, a abordagem deve ser individualizada e, sempre que possível, multidisciplinar.

As estratégias farmacológicas incluem medicamentos que atuam na modulação da dor. Antidepressivos, anticonvulsivantes e ansiolíticos podem ser utilizados conforme o caso. A reposição hormonal pode ser considerada em situações específicas.

A suplementação de vitaminas e minerais é indicada quando há deficiência comprovada. Tratamentos tópicos também podem ser utilizados para alívio local. Substâncias como lidocaína e capsaicina são opções frequentes.

Estratégias não farmacológicas no manejo da SBA

As abordagens não-farmacológicas são essenciais no controle da SBA. Elas ajudam a reduzir estímulos irritativos e melhorar a percepção da dor. Também contribuem para mais autonomia e qualidade de vida.

A alimentação deve ser ajustada, evitando alimentos ácidos, picantes, quentes e alcoólicos. Técnicas de manejo do estresse, como respiração e atividade física, também auxiliam no controle dos sintomas. Essas práticas reduzem a intensidade do desconforto.

Cuidados com a higiene bucal são fundamentais, com uso de produtos suaves e sem irritantes. A hidratação frequente e substitutos salivares ajudam no alívio da boca seca. Em alguns casos, o suporte psicológico pode complementar o tratamento.

Como lidar com a SBA na prática clínica?

Paciente recebendo atendimento odontológico

A Síndrome da Boca Ardente exige um olhar clínico atento e uma abordagem centrada no paciente. Mesmo sem sinais visíveis, o impacto funcional e emocional é significativo. O cuidado vai além do diagnóstico, envolvendo acompanhamento contínuo.

A escuta ativa e a validação dos sintomas são fundamentais para fortalecer a relação profissional-paciente. Estratégias combinadas aumentam a eficácia do manejo. O objetivo é reduzir o desconforto e melhorar a qualidade de vida.

A Síndrome da Boca Ardente pode desaparecer sozinha?

Em alguns casos, pode haver melhora espontânea dos sintomas. No entanto, a maioria dos pacientes necessita de acompanhamento. O suporte profissional acelera o controle do quadro.

Existe relação entre SBA e ansiedade?

Sim, há forte associação entre SBA e fatores emocionais. Ansiedade, estresse crônico e sobrecarga emocional podem intensificar a percepção da dor. O manejo psicológico pode ser necessário para controle dos sintomas e melhora da qualidade de vida.

O uso de medicamentos pode causar SBA?

Alguns medicamentos podem provocar sintomas semelhantes, como boca seca e alteração no paladar. Por isso, a revisão medicamentosa é importante. Ajustes podem ser necessários.

Como aliviar a ardência no dia a dia?

Medidas simples ajudam no alívio, como evitar alimentos irritantes e manter boa hidratação. Produtos específicos também podem ser indicados. O acompanhamento orienta as melhores estratégias.

A SBA afeta apenas a língua?

Não. Embora a língua seja a região mais comum, outras áreas podem ser afetadas. Lábios, palato e mucosa jugal também podem apresentar sintomas.

Manter-se atualizado é essencial para lidar com casos complexos como a SBA. Continue explorando conteúdos em nosso blog e aprofunde seus conhecimentos clínicos. Informação qualificada faz diferença na prática diária!

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  1. Bom dia,minha filha tem 5 anos e há quinze dias ela vez por outra se queixa de ardência na boca, céu e língua, usamos creme dental de marcas variadas e ela costuma escovar os dentes várias vezes,mas na hora de enxaguar não o faz direito,pode ter relação?

    1. Oi, Marcia! Você já pensou em procurar um dentista? Ele pode te ajudar com a ATM. Na consulta, fale sobre suas queixas e pergunte sobre a possibilidade de também procurar um psiquiatra. Nesses casos, o melhor é pedir ajuda de um profissional de saúde. Boa sorte!

  2. Sinto ardência dentro da boca, como se estivesse queimada e dor na língua, parece que a língua está toda cortada,foi algum alimento que comi? Como resolver isso por favor?

  3. Boa tarde,tem uns 15 dias venho tendo uma dor na garganta parecido com a dor de garganta,e como estivesse uma bola em minha garganta,e 2 feira para cá, comecei a sentir gosto amargo e de pimenta em minha boca muito forte é sinal de boca ardente? Obrigado

  4. Oi tudo bem eu sinto minha boca como si tivesse queimado,mas também arde,não sei mas o q fazer, até nos cantos da boca tem umas rachaduras,Só q queima de dentro pra fora

    1. Oi Silvana, procure um médico o quanto antes para verificar essa situação. Provavelmente, não se trata de algo relacionado à saúde bucal.

      Vá até um clínico geral, e ele deve lhe encaminhar ao profissional correto.

  5. Tem 49 anos eatou no início da menopausa minha boca e um ladinho da língua comessou uma ardência ontem 22 o3 após o almoço e continua em comoda muito o que posso fazer em casa até ir al médico dentista

  6. Minha lingua arde, está com pontinhos como se fosse furinho, como se tivesse comido abacaxi. Também tendnho tido afta com frequencia, o que deve ser? Preciso procurar um dentista também?

  7. Bom dia, estou com essa sensação de boca ardida parece que passei pimenta na boca, nos lábios e percebi que é só quando como algum alimento doce! Qual profissional devo procurar nesse caso? Desde já agradeço a atenção!

      1. Olá, boa noite.
        Sinto muita ardência na boca, minha garganta muito seca, não consigo dormir a noite. Cada dia está ficando pior, o que pode ser ?
        Sinto também como se minha garganta estivesse tapando..

  8. Há dois dias comecei a sentir a boca ardente após comer uma pizza, achei que estava apimentada. Depois senti no pão e no café. Tomo vários medicamentos para o rim, sou fumante, é o suficiente para desencadear esse problema.

  9. Sofro de ardência bucal há mais de 10 anos. Já consultei vários especialistas em patologia bucal, sem resultado. Alguns diagnosticaram como SAB(Síndrome da Ardência Bucal), cujo tratamento não existe. Meu dentista recomendou um neurologista que tbem não encontrou nada. Quando tenho resfriado, aumenta a ardência e surge um incomodo parecido com abrasividade nos dentes. Alguma sugestão?

    1. Olá, Helio! Como vai?
      O ideal é que você siga as orientações que lhe foram dadas pelos profissionais que o atenderam. Só eles poderão fazer um diagnóstico e o encaminhamento correto.

      Agradecemos o seu comentário. Abraços!

    2. BOA tarde Hélio. Sinto tudo isso que vc falou.faz 3 anos já isso. O que será . Vc já descobriu o que é. Não aguento mais . só esqueço quando durmo .

  10. Boa noite!
    Sinto essa ardência a mais de 10 anos. Começou a arder na língua e nos últimos anos estou sentindo entre a gengiva e os dentes tbem. Já fiz vários processos iinclusive no no hospital da ufes. Faço tratamento com neurologista e tomo medicamentos mas q pouco está adiantando. Por último fiz uma placa para proteção da gengiva o q amenizou um pouco no começo, mas com um tempo parece ter perdido o valor.

    1. Olá, José! Como vai?
      Consulte o seu dentista de confiança para que ele lhe possa fazer as recomendações e orientações necessárias.

      Esperamos que fique bem! Abraços e agradecemos o seu comentário.

  11. Nossa pensei q era so eu . Minha boca arde desde 1 março 2020 tomei azitromicina pensando q era covid19 depois q vi no googlo q e sidrome da boca ardente vo procurar tbm um dentista

    1. Bom dia, Rosana! Como vai?
      Indicamos que você procure o seu dentista de confiança para que possa receber uma avaliação completa e corretamente. Só ele poderá investigar o caso e fazer as devidas considerações.

      Agradecemos o seu comentário!

  12. Boa noite, já faz mais de um ano que tenho esse sintoma de língua e céu da boca ardendo como se estivesse queimado, é horrível a língua esta cheia de cortadinhos. Primeiro pensei que estava apertando o céu da boca, mas tenho notado que não e o problema fica pior a noite. Notei também que tudo começou depois que fiz implante e fiquei um tempo com uma prótese mal adaptada, meu dentista falou que eu tinha que procurar uma fonoaudióloga para o reposicionamento da língua, mas não adiantou. Minha pergunta é existe um medicamento para aliviar isso? Sou muito ansiosa e tomo remédios então concluo que não pode ser ansiedade. Que especialista devo procurar? que não seja dentista.

    1. Olá, Regina! Como vai?

      A indicação deve ser feita pelo profissional dentista. Ele avaliará seu caso e, se necessário, fará o encaminhamento.
      Não deixe de consultar o seu dentista de confiança!

      Abraços e fique bem!

  13. Vejo que essa é uma situação bem normal pela quantidade de comentarios, estou passando por problema na minha boca parecido.
    A minha dúvida para vocês é a seguinte. A sindrome da boca ardente é só uma sensação ou ele também causa alterações na mucosa da bosa. Pergunto porque no meu caso já tive três vezes janeiro, abril e agosto desse ano (um ciclo de três meses) essa ardência mas junto com a ardencia a parte interna da mucosa principalmente entre os dentes e os lábios ficam queimados. Tenho boca seca desde que aconteceu na primeira vez em saneiro. Já procurei duas dentistas que conheço e não souberam me dizer o que é.
    Já fui em endocrino estou com tireodite de hashimoto. Já fui em uma relmatologista fiz diversos exames de sangue, sintilografia das glandulas salivares o que constatou a diminuição da saliva, os exames de sangue foram para ve se tenho sindrome de sjogren, já passei por um oftalmo e os olhos estão normais, apesar de sentir secura tb, agora estou com um otorrino que acha melhor não fazer a biopsia das glandulas salivares e outro que falou que tenho refluxo e está tratando. Tudo muito inserto, sovre mim, sou muuto atarefada, o que fera estres e ansiedade e continuo amamentando um bevê de 1 ano e meio.

    1. Olá, Fabricia! Tudo bom?
      Aconselhamos que você continue o seu atendimento com os profissionais de saúde. Só eles poderão dar o diagnóstico correto e encaminhá-la para continuar a investigar o caso.

      Esperamos que fique bem! Abraços

  14. Vejo que essa é uma situação bem normal pela quantidade de comentarios, estou passando por problema na minha boca parecido.
    A minha dúvida para vocês é a seguinte. A sindrome da boca ardente é só uma sensação ou ele também causa alterações na mucosa da bosa? Pergunto porque no meu caso já tive três vezes esse quadro de ardência: janeiro, abril e agosto desse ano (um ciclo de três meses) mas junto com a ardencia a parte interna da mucosa principalmente entre os dentes e os lábios ficam queimados. Tenho boca seca desde que aconteceu na primeira vez em janeiro. Já procurei duas dentistas que conheço e não souberam me dizer o que é.

  15. Vi vária perguntas sobre a Síndrome, mas infelizmente não vi nenhuma resposta que ajudasse na melhora do proble, a resposta é sempre a mesma”Procure o seu dentista”, já rpocurei dentista mas não consegui nenhum resultado de melhora, vocês não tem nenhuma dica para melhorar os sintomas?

    1. Olá, Eliane! Tudo bem?
      Agradecemos o seu comentário! Nós indicamos que os nossos leitores procurem um dentista porque a Surya não atua em tratamentos odontológicos, e sim como fornecedora de materiais odontológicos. Apenas profissionais de saúde especializados na área podem dar indicações, diagnósticos e dicas, pois são eles quem têm propriedade para falar do assunto e, analisando cada caso, podem indicar o melhor.

      Obrigado!

  16. Dra olá tudo bem?
    Sofro a 1 ano e 6 meses destas dores e ao ler e ouvir seu vídeo me identifiquei muito, porém moro em SP e gostaria muito de saber se conhece algum dentista que tem conhecimento nesta síndrome que possa me avaliar e me ajudar, ao até mesmo se vc pode me atender por vídeo conferência, pois estou desesperada, está dor está me atrapalhando profissionalmente, familiar, em tudo na minha vida, não sei mais o que fazer, já perdi 3 dentes, me ajuda por favor

    1. Olá, Cilmara! Tudo bem?
      A Surya Dental atua com a venda de produtos odontológicos, portanto, não realizamos consultas na área. O que indicamos a todos os nossos leitores que buscam ajuda para a síndrome da boca ardente é que consultem o dentista de confiança, pois só esse profissional poderá analisar, diagnosticar e fazer os encaminhamentos necessários.

      Desejamos boa sorte no seu tratamento!
      Abraços.

  17. Eu acredito estar com a Síndrome da boca ardente, pois sinto essa queimação principalmente na língua e céu da boca muito fortes, a língua as vezes parece que está toda cortada. Eu tive COVID no começo de Julho e a 3 meses estou tendo esse sintoma na boca, mas além da queimação, tem alguns alimentos que quando como eles batem no céu da boca ou na gengiva e formam bolhas de sangue, além de algumas aftas que também persistem. Tomei muita medicação forte , inclusive muito corticoide, também tenho sintomas de refluxo, tudo isso após o COVID, será que realmente é a Síndrome da boca ardente ? O que fazer ?

    1. Olá, Vanessa! Tudo bem?
      Nós indicamos que você procure o seu dentista de confiança para que ele possa analisar o seu caso, pois só um profissional de saúde terá propriedade para te diagnosticar.

      Esperamos que tudo dê certo! Abraços.

  18. Aconteceu de eu ter uma alergia de inchar a língua tapando a respiração gostaria saber os medicamentos provoca reação de queimação nas gengivas dia últimos dentes

  19. Sinto essa sensaçâo de ardência na língua e no lábio inferior. Mas já vi que ninguém até agora nos fornece uma resposta que venha acabar ou melhorar nossa situação. Procurar dentista? Pra quê? Eles não têm uma resposta que venha curar, melhorar ou minimizar essa sensação horrível. Já vi que estamos perdendo tempo e não há ajuda pra nós que estamos vivendo essa situação.

    1. Olá, Maria! Tudo bem?
      A todos os nossos leitores que sempre nos mandam comentários pedindo algum tipo de diagnóstico nós indicamos que procure um profissional de saúde, pois eles são os únicos capacitados para analisar, diagnosticar e encaminhar ao tratamento correto. A Surya atua no mercado com a venda de produtos odontológicos e, portanto, não nos cabe diagnosticar ou prescrever tratamentos.

      Além disso, indicamos a ajuda de profissionais porque todo o diagnóstico deve ser feito presencialmente, já que existem diferentes causas para problemas bucais. Portanto, diagnosticar sem ter conhecimento seria perigoso para a saúde dos nossos leitores, a quem prezamos muito o bem-estar.

      Lamentamos muito por você e todos os nossos leitores que ainda não conseguiram encontrar uma solução! É importante ressaltar que a Síndrome da Boca Ardente pode ter diversas causas, inclusive, psicológica. Portanto, aconselhamos a conversar com um médico otorrinolaringologista ou dentista.

      Abraços e fique bem!

  20. Boa tarde. Meu nome é Suely, tenho 59 anos e tenho sentido a boca e a lingua ardendo toda vez que como alguma coisa. Tenho refluxo e gastrite e faço uso de medicação para isso. Como coloquei faceta em meus dentes, e por tudo que venho pesquisando, com certeza eu estou com a Síndrome da boca ardente e seca. Gostaria de saber qual é a especialidade na Odontologia que trata disso, não sei a quem perguntar pois a minha dentista não sabe informar quem poderia me atender.

    1. Olá, Suely! Tudo bem?
      O tratamento e o diagnóstico da Síndrome da Boca Ardente pode ser bem complexo, já que é uma situação que pode ocorrer por diversos fatores. Além dos dentistas, você pode recorrer a médico clínica geral ou a médicos como otorrinolaringologista e cirurgião de cabeça e pescoço.

      Esperamos que você consiga encontrar o diagnóstico correto.
      Boa sorte e abraços!

  21. Bom dia!
    Estou com uma paciente que curou do COVID e após começou a sensação de queimação na boca. Gostaria de saber qual a relação do COVID e o possível tratamento.
    Obs.: paciente não apresenta nenhum tipo de lesão bucal e também fluxo salivar normal.

    1. Olá, Vicente! Tudo bem?
      Infelizmente, não saberemos responder a sua pergunta.
      Recentemente publicamos um artigo com informações sobre a Síndrome da Boca Ardente para dentistas, que talvez poderá ajudar a saber mais sobre ela: https://blog.suryadental.com.br/sindrome-da-ardencia-bucal/

      O que podemos lhe indicar é a pesquisa por artigos acadêmicos para descobrir se já existe estudos sobre o assunto. Infelizmente, essa é uma síndrome ainda muito complexa e com poucas respostas.

      Agradecemos o seu comentário. Abraços!

    2. Boa tarde, eu também comecei a sentir essa queimacao na lingua depois que peguei covid e piorou depois das vacinas, já fui em um patologista bucal e não constatou nenhum lesão.

  22. Boa tarde. Há sete anos fiz um implante dentário, e após esse procedimento comecei a sentir ardendencia na região bucal e sensação de língua queimada. O meu dentista diz que esse problema não está relacionado ao implante. Implantes podem levar ao desenvolvimento da ardercia bucal?

    1. Olá, Natanildes! Como vai?
      A Síndrome da Boca Ardente é uma condição extremamente complexa de se diagnosticar, pois ela pode acontecer por uma infinidade de questões.
      Infelizmente, não sabemos responder a você se o implante pode causar isso. Portanto, a nossa dica é seguir as orientações do seu dentista, pois ele é o profissional capacitado para ajudá-la. Se a ardência persistir, além do dentista, você pode também consultar o otorrinolaringologista. O importante é sempre se consultar com profissionais da sáude, pois eles poderão avaliar você pessoalmente e encaminhá-la de acordo com o que for necessário.

      Aqui no blog temos um conteúdo sobre o assunto para dentistas, que poderá ajudar a senhora a entender melhor a ardência: https://blog.suryadental.com.br/sindrome-da-ardencia-bucal/

      Esperamos ter ajudado! Abraços.

  23. Pelo amor de Deus mim ajudem, eu não tenho mais nenhum dente, uso prote-se superior e inferior, e não suporto mais o ardor em toda a minha boca, língua, gengiva , bochechas, céu da boca em fim já está na altura das amígdalas por favor mim ajudem 🙏🙏😌😌

    1. Bom dia, Jaildes! Como vai?
      Infelizmente, não temos como ajudá-la. A todos os nossos leitores que precisam de ajuda com ardência bucal indicamos que busquem ajuda profissional com dentistas ou médico otorrinolaringologista, pois só eles poderão orientar e analisar.

      Agradecemos o seu comentário. Abraços!

  24. Gente , que loucura esse negócio de boca ardida eu estou a 3 meses assim procurei um estomatologista me pediu uma bateria de exames e vou retornar la agora dia 15/07 quero ver o que vai dizer , se me der alguma fica bou publicar aqui . Em primeira mão falou para abolir tudo que tivesse menta.Até o creme dental.

  25. Boa tarde!!!!Também tenho esses sintomas há mais ou menos um ano sem conseguir ajuda e nem solução de nenhum dos profissionais.No começo não sabia definir, era como tivesse com um limão na boca, uma acidez ,ardência que faz o rosto transpirar na região do nariz subindo para sobrancelhas.O pior é o médico indicar psicolo, psiquiatra pq me parece q eles só tem esse tratamento.Mesmo estando bem ,fui a esses profissionais que me deram alta em pouco tempo, mas o problema continuou , a acidez me deixa sem ânimo!!!!Esse mês descobrir que estou na menopausa aos 47anos e começar a achar que tem alguma associação com a disfunção hormonal.Qdo descobrir a solução tb voltarei aqui para ajudar a todos pois sinto na pele a dificuldade que conviver e buscar solução para isso.

    1. Olá, Aline! Como vai?
      A Síndrome da Boca Ardente é um tanto quanto complicada de se diagnosticar e ela pode ser causada por diversos fatores, incluindo o psicológico (por isso da indicação de ir ao psicólogo).

      Existem outros profissionais que podem ajudar, são eles o seu dentista de confiança e o médico otorrinolaringologista.
      Desejamos boa sorte no seu tratamento e esperamos que encontre uma solução.

      Abraços e agradecemos o seu comentário!

  26. Estou passando por esse problema. De ardência na boca . Já fui em vários dentista e ninguém resolve nada. Eles falam pra mim que estou ansiosa, como não ficar ansiosa se não consigo resolver o problema. Acordo muitas vezes com a boca super seca, tomo bastante água durante o dia.

    1. Olá, Marly. Como vai?
      A Síndrome da Ardência Bucal pode ser causada por diversos motivos, inclusive, fatores psicológicos. Entretanto, é muito importante que você consulte profissionais da saúde para que eles possam te dar um diagnóstico e encaminhá-la corretamente. Além do dentista, o clínico geral e o otorrinolaringologista também podem ajudá-la.

      Esperamos ter ajudado.
      Abraços!

  27. BEM O QIE SINTO ,MINHA BOCA ARDE , EU USO PRÓTESE, PPR , E ELA MACHUCA O CÉU DA BOCA E QUANDO EU TIRO NAI CONSIGO CONER PORQUE O CEU DA BOCA DOI , E ESA SENSACAO DE BOCA QUEIMADA ,E TENSA PARA QUE ESTOU SEMPRE COMPRIMINDO OS DENTES , É HORRIVEL , AS vezes acho que é um câncer e o medo não deixa eu olhar no espelho 😭😭😭

    1. Olá, Josiane! Como vai?
      Indicamos que procure ajuda de um profissional da área de odontologia para verificar o que pode ser. É sempre importante verificar o que está acontecendo.
      Agradecemos o seu comentário. Abraços, fique bem!

  28. Boa noite, tenho 53 anos e a aproximadamente duas semanas tenho sentido queimação na boca, no início era apenas nos lábios; uma sensação de que havia ingerido alguma coisa apimentada. Passei a sentir uma certa coceira na língua e as vezes tenho a sensação de quentura no rosto, enfim uma sensação desconfortante…

    1. Oi, Vanderlei! Como vai?
      Lamentamos pela situação. Nós sempre indicamos aos nossos leitores que busquem ajuda profissional com dentistas ou médicos, que poderão encaminhá-lo e diagnosticá-lo.
      Esperamos que fique bem. Abraços!

    2. Olá, Vanderlei. Como vai?
      Lamentamos pela situação. Nós sempre indicamos aos nossos leitores que procurem por um dentista, médico clínico geral ou otorrinolaringologista para que possa receber o encaminhamento correto, pois só esses profissionais têm o conhecimento correto para diagnosticar e ajudar.
      Esperamos ter ajudado.
      Abraços!

  29. Minha mãe está com uma ardência na língua, céu da boca e lábios.. começou dia 23/06.

    As crises foram muito fortes e ela ficava inquieta, fomos até o pronto atendimento e médico nenhum constatou o que ela tinha, apenas medicação ela com Decadron e dipirona, e falavam que era problema de refluxo.

    Ela está fazendo tratamento para refluxo dês de quando começou a ardência, essa ardência nunca parou.. ficou menos intensa mas não parou até hoje.

    Dês de o dia 15 de agosto começou a piorar novamente, a psiquiatra pediu para tomar remédios para depressão e vitaminas, fez uma bateria de exames mas só deu alteração na vitamina D (abaixo do normal).

    O que você aconselha minha mãe a fazer? Ela está ficando em Pânico com isso..

    1. Olá, Jefferson! Como vai?
      Lamentamos muito pela situação de sua mãe. A todos os nossos leitores que pedem algum tipo de direcionamento, indicamos que procure ajuda médica com um clínico geral ou otorrinolaringologista, ou que consulte o seu dentista de confiança. Os profissionais de saúde são os únicos capacitados para diagnosticar e encaminhar a um tratamento.
      Nós da Surya trabalhamos dentro do ramo de materiais odontológicos e, portanto, não temos propriedade para auxiliar nossos leitores.

      Esperamos que consigam encontrar soluções junto com um profissional de confiança.
      Abraços!

  30. Boa tarde.

    Há 2 meses estou sentindo uma ardência na língua e boca seca.
    As bochechas por dentro ficam marcadas, como se estivessem sendo prensadas.
    Língua esbranquiçada e gosto ruim as vezes na boca.
    Tive COVID em Junho 2021, será que está relacionado ?
    Sofro MUITO DE ANSIEDADE, principalmente depois de ter sido contaminado com a COVID e perdido o emprego em seguida.

    Obrigado desde já.

    1. Olá, Genilson! Como vai?
      Lamentamos muito pela situação. A todos os nossos leitores que pedem algum tipo de direcionamento, indicamos que procure ajuda médica com um clínico geral ou otorrinolaringologista, ou que consulte o seu dentista de confiança. Os profissionais de saúde são os únicos capacitados para diagnosticar e encaminhar a um tratamento.
      Nós da Surya trabalhamos dentro do ramo de materiais odontológicos e, portanto, não temos propriedade para auxiliar nossos leitores.

      Esperamos que consiga encontrar soluções junto com um profissional de confiança.
      Abraços!

  31. Estou com uma sensação horrível no céu da boca, bem no fundo. Parece que o céu da boca está esgarçando. Vai e volta o dia inteiro. Estou fazendo um tratamento com sensodyne devido a uma sensibilidade extrema em todos os dentes. Não é gengival, não é exposição da dentina, pois fui ao dentista. Seria esse produto o causador dessa sensação no céu da boca que me apareceu de repente, há cerca de 15 dias? Ah, bom salientar que tive Covid recentemente, sintomas leves de dor de garganta e nariz escorrendo. Obrigada.

    1. Olá, Desiree! Como vai?
      Indicamos que você procure o seu dentista de confiança ou um médico, pois só esses profissionais são aptos para analisar e diagnosticar o seu caso.
      Agradecemos o seu comentário. Abraços!

  32. Bom dia, li vários comentários sobre a SBA. Estou na mesma situação dos colegas acima. No meio caso, o meu lábio inferior está inchado(ao acordar), muita saliva, ardência e queimação. Tenho implantes há 20 anos, uso remédios controlados. No entto, só retorno do dentista para cuidados profilaxia, eles desconhecem essa sidrome… Estamos sem um diagnóstico preciso. Parece que há várias causas e nenhum tratamento. Uma pena. Grata, a todos por compartilhar a suas dúvidas e sofrimentos. Na minha cabeça, só poderia ser câncer. Estou feliz por saber que não.

    1. Olá, Jô. Como vai?
      De fato, o diagnóstico de SBA é bastante complexo e pode ser causado por diversos fatores. Além do dentista, você pode consultar um clínico-geral ou otorrinolaringologista.
      Esperamos ter ajudado e desejamos boa sorte com o seu diagnóstico.
      Abraços!

  33. Boa noite
    Coloquei o protocolo superior e desde quando coloquei os pinos passei a ter essa ardência
    É em toda minha gengiva superior e na ponta da língua, exatamente a parte da língua q encosta na gengiva. As vezes é tão forte que se entende para garganta.
    Comentei c o meu dentista q colocou a prótese, mas ele disse q é impossível ter alergia a titânio. Não sei mais o q fazer
    Me ataca até o estômago
    Já estou a mais d 1 ano com esse problema
    Será q tem cura isso ?
    Realmente preciso d ajuda

    1. Olá, Mônica! Como vai?
      A ardência na boca pode ser analisada, além do dentista, pelo médico otorrinolaringologista, se preferir.
      Em relação à cura, não temos como lhe informar, pois tudo depende do seu diagnóstico e outras questões. Só um profissional da área da saúde poderá analisar e indicar o melhor.

      Esperamos que fique bem.
      Abraços!

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