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EPI na Odontologia: quais equipamentos usar?

EPI na Odontologia: quais equipamentos usar?

EPI na Odontologia é parte fundamental do trabalho dos dentistas. O conceito de equipamentos de proteção individual (conhecidos popularmente como EPIs) surgiu em 1978, com a publicação da Norma Regulamentadora 6 (NR 6) pelo Ministério do Trabalho.

Na Odontologia, os EPIs são um fator muito importante, pois os profissionais estão em constante exposição a materiais biológicos, como sangue, saliva e outros tecidos, além de possíveis vírus, bactérias, microrganismos e instrumentos perfurantes ou cortantes.

De acordo com a NR 6, a empresa é obrigada a fornecer os EPIs gratuitamente aos colaboradores e também fiscalizar seu uso. Isso ajuda a proteger tanto os profissionais quanto os pacientes.

Elaboramos um material para quem trabalha como cirurgião-dentista e quer saber quais equipamentos de proteção individual são essenciais para o consultório. Boa leitura!

Avental de proteção ou jaleco

Tanto o avental quanto o jaleco servem para proteger a região do tronco e dos braços de sangue, saliva, aerossóis e outros materiais orgânicos que possam se desprender do paciente e atingir o profissional durante o atendimento.

epi odontologia avental de proteção ou jaleco

O jaleco protege tronco e braços dos dentistas.

Em alguns tipos de atendimento, também pode ser necessário que o paciente utilize avental de proteção. Nesse caso, tenha à disposição algumas unidades descartáveis para fornecer.

Gorro

É um item que serve tanto como proteção para o paciente, impedindo que cabelos se soltem e caiam durante a consulta, quanto para o cirurgião-dentista, protegendo a região do couro cabeludo de micropartículas e aerossóis.

Os gorros odontológicos costumam ser feitos de materiais respiráveis, como o propileno (popularmente conhecido como TNT). Isso evita que a cabeça se aqueça demais e o profissional comece a transpirar.

Luvas odontológicas

As luvas são os EPIs para Odontologia mais importantes. Como as mãos são o instrumento de trabalho do profissional e ficam em contato direto com a boca do paciente, são muito vulneráveis à contaminação e também são potenciais transmissoras de micropartículas e microrganismos.

Além disso, ajudam a fixar os instrumentais e equipamentos às mãos do profissional, que podem perder a firmeza durante o tratamento.

As luvas são divididas entre as de procedimento e as cirúrgicas. O primeiro tipo é indicado para consultas convencionais em que há contato com sangue, saliva e outros materiais corporais.

Já as cirúrgicas, como o nome indica, devem ser utilizadas em cirurgias e procedimentos que necessitam de esterilização. Costumam ser feitas de látex, desinfetadas e embaladas individualmente.

Máscaras descartáveis

Como sabemos, uma série de vírus e bactérias podem ser transmitidos pela respiração, por meio de aerossóis que se desprendem da região da boca e do nariz. Por isso, as máscaras descartáveis são uma forma de proteção mútua entre dentista e paciente, especialmente porque esse último fica com a face exposta durante todo o tratamento.

Geralmente, são feitas de polipropileno (ou TNT), tecido com fibras que permitem a respiração e, ao mesmo tempo, barram a entrada de micropartículas.

Óculos protetor

Por fim, para proteger a região dos olhos, é recomendado o uso de óculos protetores. Além de impedir a contaminação, eles amenizam a radiação no caso de uso de aparelhos, como os fotopolimerizadores.

Bônus: Protetor facial

Durante a pandemia de Covid-19, causada pelo novo coronavírus, levantaram-se questionamentos relevantes a respeito dos EPIs para Odontologia, e como seria possível melhorar a biossegurança em consultório odontológico entre dentista e paciente.

Uma das maneiras encontradas foi utilizar o protetor facial, também conhecido como face shield. Trata-se de um escudo de polietileno com espessura por volta de 0,5 milímetro preso ao rosto por uma cinta na região da testa.

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O protetor facial se popularizou durante a pandemia de Covid-19.

Combinado aos outros itens anteriores, o protetor facial diminui significativamente as chances de contaminação. Vale lembrar que esse equipamento pode ser lavado e esterilizado para a reutilização.

Se quiser aumentar ainda mais a segurança em consultório, vale tomar alguns cuidados com relação ao paciente. Peça que passe álcool em gel 70% nas mãos antes das consultas, e também utilize protetores descartáveis nos pés, evitando a contaminação cruzado por meio dos calçados.

Um cirurgião-dentista munido de EPIs para Odontologia é capaz de proteger tanto a si quanto aos seus pacientes. Lembrando que, de acordo com a Norma Regulamentadora 6, o uso dos equipamentos é obrigatório.

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EPI na Odontologia: quais equipamentos usar?
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EPI na Odontologia é fundamental para proteger a si e ao seu paciente em seu consultório. Confira quais são os EPIs e como usar!
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